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Tribunal de Contas não achou em escolas aparelhos de robótica que custaram R$ 25 milhões

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) Érico Desterro considera grave a falta de transparência nos contratos firmados entre a Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a empresa Sisttech Tecnologia Educacional, Comércio e Representação de Produtos Ltda. Conforme publicações do Diário Oficial do Município (DOM Manaus), nos últimos cinco anos, o montante de contratos com a empresa chega a R$ 24,7 milhões para implementação e compra de materiais didáticos para o Programa de Ensino Sistematizado das Ciências (Pesc) e para o Projeto do Clube de Linguagem e Programação e Robótica (ProCurumim).

Érico Desterro questiona os motivos dos contratos com dispensa de licitação e aponta inconsistências encontradas no início da investigação feita pelos técnicos da Corte de Contas. Para piorar, durante as inspeções, realizadas entre os dias 11 e 27 de setembro desse ano, os técnicos do TCE-AM não encontraram os kits de robótica nas escolas visitadas e ouviram críticas de professores relativas à distribuição do material didático em desajuste com o calendário pedagógico.

O conselheiro afirmou, que a Semed precisa explicar os motivos de alegar inexigibilidade, uma vez que qualquer outra empresa poderia apresentar ou produzir material didático para os projetos de robótica desenvolvidos pela secretaria em escolas da capital amazonense.

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