Amazonas Política

Wilson Lima recebe apoio de Médico envolvido com tráfico internacional de drogas

Rogelio Alonso Campuzano, envolvido com o tráfico internacional de drogas está apoiando o candidato ao governo do estado do Amazonas, Wilson Lima (PSC). Ele foi preso em uma cidade da Colômbia chamada de Letícia e foi indiciado por coordenar pessoas que foram contratadas para sair do país com cocaína dentro de implantes nas coxas. A polícia da Colômbia flagrou um grupo conhecido como “Os cirurgiões”, que implantavam drogas nos chamados aviões ou como o mundo do tráfico chama “mulas” nas coxas e os enviava ao Brasil, Estados Unidos e países europeus, informaram na última terça-feira, fontes confiáveis.

No vídeo Wilson Lima se pronuncia apoiando o trabalho do médico, prometendo construir um hospital de alta e média complexidade no município de Tabatinga, cidade fronteira, e o médico que e envolvido com o tráfico diz no mesmo vídeo que está apoiando o candidato que pretende ser governador do Amazonas.

Naquele tempo a imprensa publicou:

“Bogotá, 10 mai (EFE).- A polícia colombiana desmantelou um grupo conhecido como “Os cirurgiões”, que implantava drogas nos correios humanos ou “mulas” nas coxas e os enviava ao Brasil, Estados Unidos e países europeus, informaram hoje, terça-feira, fontes oficiais. Na operação, realizada no fim de semana em Bogotá e na cidade amazônica de Leticia, 1.000 quilômetros ao sul de Bogotá, foram presas cinco pessoas, entre elas o médico cirurgião Rogelio Alonso Campuzano, de 35 anos, indicou um porta-voz policial.

A fonte acrescentou que o médico era encarregado de operar as “mulas” contratadas para sair do país com implantes de cocaína; com a ajuda do enfermeiro Alexander Aguirre Zapata, também preso. Além disso foram detidos Víctor Wilfredo Sánchez, conhecido como “Tiquitiqui”; Jaime Felipe Cabrera, conhecido como “Jimmy”, e José María Velasco, suposto encarregado de escolher as “mulas” em Bogotá.

A polícia assinalou que as “mulas” viajavam para Tabatinga (AM) e de lá para outros países para chegar finalmente aos EUA e à Europa, onde extraíam a droga de seu corpo. A polícia não precisou o número de pessoas nem o volume de drogas que alcançaram fazer chegar os membros da banda de “Os cirurgiões” a outros países.”