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Falta tudo na saúde e Wilson Lima vai liberar R$ 500 mil para presos investirem em seus próprios negócios

Como se não bastasse a situação caótica em que a saúde do Amazonas se encontra, o governador do Estado Wilson Lima (PSC), resolveu através da AFEAM (Agência de Fomento do Estado do Amazonas) disponibilizar R$ 500 mil para a SEAP (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária) para que os detentos invistam em pequenos negócios.

Serão gastos R$ 250 mil no primeiro semestre deste ano e mais R$ 250 mil no segundo semestre. Os empreendimentos serão administrado somente por presos do regime semiaberto, egressos do regime aberto e liberados de maneira provisória. De acordo com a AFEAM, o programa Reintegrar, é coordenado pela SEAP com recursos administrados pela própria AFEAM.

“O termo aditivo de cooperação técnica e nanceiro celebrado entre as instituições dispõe de recursos para todo o ano de 2019, por meio do FMPES (Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e ao Desenvolvimento Social do Estado do Amazonas)”.

“O projeto é voltado para a ressocialização de Pessoas Privadas de Liberdade (PPLs), proporcionando um incentivo financeiro para abertura do próprio negócio. Isso porque, após saírem da unidade prisional, eles encontram dificuldades para voltar ao mercado de trabalho formal.”

Resumindo, o governo de Wilson Lima está priorizando o pagamento para presos e para empresas que administram o sistema penitenciário, e deixando de lado o setor mais carente de investimento, o da saúde do Estado. As filas nos hospitais estão a cada dia que passas mais longas, não tem material e tão pouco dinheiro para pagar os médicos.

Mas, a equipe do governador está pouco ligando para isso, eles preferem pagar para que presos, que inclui: Assassinos, Estupradores, Ladrões, Pedófilos e Estelionatários, possam receber auxílio para abrirem seus próprios negócios, enquanto o cidadão de bem que procura atendimento no SUS morre.

Uma fonte disse em entrevista que já procurou a AFEAM para conseguir liberação de verba para seu investimento, mas devido a burocracia e dificuldades, ele acabou desistindo do negócio. Confira o Print: