Professor é afastado de colégio militar após denúncia de assédio a aluna

por Naief Queiroz
Professor é afastado de colégio militar após denúncia de assédio a aluna

Um professor do Colégio Estadual da Polícia Militar de Goiás Gabriel Issa foi afastado após uma denúncia de que ele teria assediado uma aluna de 15 anos em Anápolis, a 55 km de Goiânia. O assédio foi registrado pelo pai da adolescente e está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). O caso ganhou repercussão na web quando vários estudantes divulgaram a situação na web com a #QuemOmiteConsente.

A escola divulgou o afastamento do professor em uma rede social na terça-feira (14). Um dia antes o Colégio já havia informado que na data recebeu as informações sobre o caso e que “todas as medidas cabíveis foram tomadas”. O texto detalha ainda que “o fato foi reportado aos órgãos competentes para abertura de processo investigatório/sindicância”.

Também conforme a escola, a estudante denunciou que recebeu mensagens de cunho sexual do professor. Em outra rede social, o profissional disse que não usa a rede social em que as mensagens teriam sido trocadas há cerca de 3 anos. Também de acordo com a publicação, ele pretende provar que alguém se passou por ele.

Professor nega ter cometido assédio a aluna em rede social Anápolis Goiás — Foto: Reprodução/Twitter

Professor nega ter cometido assédio a aluna em rede social Anápolis Goiás — Foto: Reprodução/Twitter

G1 entrou em contato com as assessorias da Polícia Militar e da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por mensagens, para pedir um posicionamento sobre o caso e aguarda retornos.

Repercussão

O caso repercutiu nas redes sociais quando várias pessoas que se identificavam como alunos ou ex-alunos da escola começaram a fazer publicações com a #QuemOmiteConsente. Também no perfil do professor, em resposta ao posicionamento dele, várias pessoas o criticaram.

A redes sociais do colégio também tiveram vários comentários de pais e estudantes repercutindo o caso, comentando e pedindo explicações.

Pessoas repercutiram o caso nas redes sociais Anápolis Goiás — Foto: Reprodução/Twitter; Reprodução/Instagram

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