Inep comete erro de português ao divulgar Enem: “Vizualizações”

por Naief Queiroz

O perfil oficial do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no Twitter cometeu um erro de português, na noite dessa sexta-feira (17/01/2020), ao informar que o número de “vizualizações” das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) havia ultrapassado a marca de 2,5 milhões.

Minutos depois, a mensagem foi apagada. Em seguida, nova postagem feita trouxe a palavra escrita da maneira correta: visualizações.

Reprodução/Twitter

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Vinculado ao Ministério da Educação, o Inep é o responsável pelo Enem. O órgão não comentou o caso.

“Imprecionante”
No último dia 8, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, publicou mensagem também em uma rede social afirmando que um fato era “imprecionante”.

Ele redigiu a palavra impressionante de maneira incorreta ao enviar mensagem ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Weintraub também já escreveu “paralização” e “suspenção”. As palavras corretas são paralisação e suspensão. As publicações foram apagadas posteriormente.

“Cidadões”
O Inep centralizou outra situação do tipo. Na posse, o ex-presidente do órgão Marcus Vinícius Carvalho Rodrigues, em janeiro, disse que o Enem será eficaz na formação de “cidadões”.

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