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PF busca peixe grande por trás de cruzetas no Incra durante gestão do vereador Sandro Maia

Convênios firmados na gestão do atual vereador de Manaus, Sandro Maia, na época em que era gestor do Incra, são alvos de investigação da Polícia Federal (PF). Como esta coluna não deixa nada de baixo do tapete, pesquisamos sobre a investigação e descobrimos fatos sobre o ‘peixe grande’ por trás das ‘cruzetas’ ou acordos realizados pelo Incra que já estão levando as ‘piabas’ para a cadeia.

Incra
A Polícia Federal deflagrou a operação Ínvio que investiga a irregularidade em asfaltamentos de ramais em Rio Preto da Eva, tornou-se uma parlamentar ‘dedicado’ em ‘tapa-buraco’ de ruas de Manaus. Os contratos foram assinados pelo vereador Sandro Maia, ex-gestor do Incra no Amazonas. Segundo levantamento no site da Câmara Municipal de Manaus (CMM), dos 57 propostas apresentadas no legislativo municipal, 39 eram voltadas para tapar buracos em vias da capital. O alto índice de pedidos de infraestrutura foi o estopim para operação ‘Ínvio’ que investiga esquemas de fraudes e corrupção no âmbito da prefeitura de Rio Preto da Eva nos anos de 2017 e 2018.

Asfaltamento
Na deflagração, a Polícia Federal cumpriu sete mandados judiciais de busca e apreensão, sendo cinco em Manaus, um no município de Rio Preto da Eva e um na cidade de Recife. Todas as ordens judiciais foram expedidas pela 4ª Vara Criminal da Justiça Federal do Amazonas. Foram alvos da investigação, Isarel Carvalho de Araújo, Francisco Rodrigues de Oliveira Lima, Cristiane Batista da Silva, Francisco Ribeiro Rocha, Gilson de Oliveira Passos Junior, José Lucas Araújo Felix, Jean Araújo Felix, MRP Excelso Serviços e Construções, CEPA Construções e Poços Ltda, Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras.

Desvio
Segundo as investigações, o prejuízo aos cofres públicos causado pelo desvio de verbas, foi de aproximadamente R$ 4,8 milhões. A operação tem apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e investiga crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro em convênios. Para a Polícia Federal, há indícios de direcionamento nos processos de dispensa de licitação realizados pela Prefeitura de Rio Preto da Eva. Foi detectado elementos que apontam para a existência de superfaturamento nos serviços pagos pela Secretaria de Obras de Rio Preto, pagamento integral por serviços apenas parcialmente prestados ou até mesmo não executados

Crimes
Os investigados pela Polícia Federal podem responder pelos crimes de fraude à licitação, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. Se condenados, poderão cumprir pena de até 30 anos de prisão. O nome da Operação Ínvio faz alusão ao fato de os ramais de acesso às comunidades rurais estarem intransitáveis.

Fonte: D24am.

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