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Amazonas

Doença da urina preta: situação no AM começa a ser normalizada, informa Aquam

Após um surto da síndrome de Haff ou doença rabdomiólise, conhecida popularmente como doença da urina preta, a situação no Amazonas começa a ser normalizada.

Quem fez essa afirmação foi a Associação Independente dos piscicultores do Amazonas (Aquam), que realizou um encontro para demonstrar dados que mostravam que a doença não afeta os peixes criados e viveiros.

Foto: Divulgação

De acordo com estudos da associação, não houve nenhum caso confirmado da doença ligado aos peixes criados em viveiro.

“Esse problema não é do nosso peixe, não é do nosso produto que sempre foi de primeira e nunca ocorreu nenhum tipo de problema. O peixe de criação nunca houve problema”, revelou Olavo Roly, vice-presidente da Aquam.

Quando a síndrome explodiu no estado, foram mais de 60 casos confirmados e ligados diretamente ao consumo de peixe, o que afetou e diminuiu bruscamente a venda de peixes no Amazonas.

A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) detalhou ainda que peixes de cultivo não provocam a doença, que viveu seu pior momento em Itacoatiara, responsável por mais de 60% dos casos.

“A ciência comprova que a síndrome de Haff pode ser causada pela ingestão de peixes contaminados, de origem desconhecida e que não foram criados em ambiente controlado”, afirmou a associação na nota.

Uma mulher de 51 anos morreu com a doença. A Secretaria do Estado de Saúde afirmou que o peixe de viveiro, até o momento, não apresenta risco, liberando o seu consumo.

Fonte: D24am.

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