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França suspende 3 mil trabalhadores da saúde que não se vacinaram contra a Covid-19

A França suspendeu cerca de3 mil trabalhadores da saúde que não se vacinaram contra a Covid-19 logo após ter entrado em vigor, na quarta-feira, uma medida que obriga esses profissionais a se imunizarem, anunciou o ministro da Saúde, Olivier Véran, nesta quinta-feira.

— Ontem houve cerca de 3 mil suspensões que foram notificadas ao pessoal dos centros de saúde — disse Véran à estação de rádio RTL, revelando que houve também dezenas de demissões. — Estamos falando de um universo de uns 2,7 milhões de empregados — acrescentou o ministro, ressaltando que a continuidade dos cuidados sanitários está garantida.

De acordo com Véran, “um grande número dessas suspensões são temporárias” e consistem “essencialmente de pessoal dos serviços de apoio”.

A obrigação de se vacinar contra o coronavírus está em vigor para 2,7 milhões de profissionais de saúde na França que trabalham em hospitais e casas de repouso, além de cuidadores, ajudantes domiciliares, bombeiros e socorristas que trabalham com atendimento em ambulâncias.

De acordo com dados oficiais coletados pela agência de saúde pública em 12 de setembro, 89,3% dos cuidadores em centros de acolhimento para adultos haviam recebido pelo menos uma dose. Em termos de população em geral, o número sobe para 74% dos habitantes do país. Os totalmente vacinados são 64%.

A medida, que busca impulsionar o ritmo da vacinação, define que os trabalhadores da saúde que não comprovarem a imunização com a primeira dose, contraindicações quanto à vacina ou infecção recente com o coronavírus deixarão de exercer a profissão.

Desde o início da pandemia, a França já registrou 6,93 milhões de casos positivos e 116 mil mortes provocadas pelo coronavírus.

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