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Militante antivacina que queria ser tratada de covid-19 com ivermectina morre da doença

Uma militante anti-vacina, chamada Veronica Wolski, morreu de Covid-19 nos Estados Unidos nesta segunda-feira (13). Apoiadores dela ameaçaram explodir o hospital onde ela estava internada caso não fosse usada ivermectina, um remédio sem eficácia comprovada contra a doença, no tratamento.

Ela estava há semanas lutando contra o coronavírus, enquanto militantes de um movimento chamado “QAnon” faziam ligações e ameaças ao hospital.

O QAnon é um movimento de teoria da conspiração de extrema direita, criado em 2017. Segundo seus adeptos, há uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump durante o seu mandato.

Apoiadores do movimento alegam que Veronica foi “assassinada pelo hospital”, por ter recebido o tratamento cientificamente testado e aprovado contra o coronavírus.

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